quinta-feira, 30 de novembro de 2017



Época 2018: Análise das equipes Portuguesas


Depois se um defeso pouco movimentado, já são conhecidos os planteis das seis equipes profissionais que formarão o pelotão nacional em 2018. A estas seis equipes, juntar-se-ão mais três equipes continentais de estatuto amador que fará com que o pelotão nas provas do Nacional tenha 9 equipes portuguesas num máximo de 63 ciclistas.
Analisemos então, as seis formações que pintarão as estradas do nosso país no próximo ano






W52 - F.C.PORTO






É a equipe com maior orçamento do pelotão nacional e isso traduziu-se numa supremacia a toda a prova na época que terminou.
Para 2018, a equipe de Nuno Ribeiro, perdeu 2 ciclistas importantes, Amaro Antunes para a equipe polaca da CCC e Joaquim Silva para a Caja - Rural.          .
Depois de uma temporada extraordinária, Raul Alarcon será o líder da equipe. Este ano, não deve ter  oposição interna, pois Amaro Antunes que era o nº 2 da equipe saiu e Gustavo Veloso já não tem a frescura física de outros tempos. Com um António Carvalho cada vez mais maduro, o experiente Ricardo Mestre a que se junta o recém chegado César Fonte, a equipe nortenha pode encarar a nova época com optimismo pois tem equipe mais que suficiente para continuar a vencer a nível interno. Veremos como se porta lá fora onde esta época deu excelentes indicadores com a Vitória na Volta ás Asturias

Director Desportivo - Nuno Ribeiro

Bicicletas - KTM

Ciclistas:

Chefe de fila - Raul Alarcon

Gustavo Veloso - excelente contra-relogista e bom finalizador
António Carvalho - Trepador
Ricardo Mestre - Gregário
César Fonte - Gregário
Rui Vinhas - Gregário
João Rodrigues - Rolador
Angel Reborido - Rolador
Samuel Caldeira - Sprinter
Daniel Freitas - Sprinter
José Neves - Jovem promessa

Contratações: César Fonte (Ex La Aluminios)  e José Neves (Ex Liberty)





           


SPORTING - TAVIRA









Depois de duas épocas em que a equipe de Alvalade nunca consegui traduzir na estrada o esforço financeiro feito no plantel, a equipe do Sporting - Tavira encara o próximo ano com muito optimismo.
Joni Brandão, a grande contratação do ano transacto mas que por motivos de saude não esteve presente nas principais provas, regressa este ano em pleno e será certamente o chefe de fila da equipe na Volta a Portugal. Rinaldo Nocentini e Alejandro Marque, dos ciclistas com provas dadas, serão os seus escudeiros, com autonomia para irem mais alem em todas as provas. Alvaro Trueba (Ex Efapel) é a grande contratação para o próximo ano. O ciclista espanhol é um dos melhores gregários do pelotão e juntamente com Frederico Figueiredo (cada vez a trepar melhor), Fábio Silvestre, (uma promessa que tarda em aparecer) e David Livramento devem formar o nucleo da equipe para a Volta. De registar a entrada de um sprinter, o italiano Nicola Toffali, um jovem promissor com alguns resultados interessantes.

Director Desportivo: Vidal Fitas

Bicicletes: Jorbi

Ciclistas:

Chefe de Fila: Joni Brandão

Rinaldo Nocentini - Trepador
Alejandro Marque - Trepador
Frederico Figueiredo - Trepador
David Livramento - Gregário
Fábio Silvestre - Gregário
Valter Pereira - Rolador
Mario Gomez - Rolador
Alvaro Trueba -  Gregário
Nicola Toffali - Sprinter
Alexander Grigoriev - Trepador

Contratações: Alvaro Trueba (Ex Efapel), Alexander Grigoriev (Ex Mutuali Levante) e Nicola Toffali







EFAPEL GLASSDRIVE
David Arroyo é a grande contratação da equipe amarela. O espanhol de 38 anos tem um palmarés invejável, mas já não deverá ter pernas para vencer a Volta a Portugal, no entanto conjuntamente com outro veterano, Sérgio Paulinho fazem com que a equipe de Américo Silva seja a mais experiente do pelotão nacional e quem sabe se não serão Homens para a geral em algumas provas.
Henrique Casimiro, será sem duvida o chefe de fila, é o trepador da equipe e será o homem forte para a Volta. Daniel Mestre, é talvez o melhor sprinter português da actualidade e será o tutor de Rafael Silva também ele sprinter que tarda em se impor. Bruno Silva, Jesus del Pino, Paulo Paulinho e Marcos Jurado serão os gregários de uma equipe que aposta na experiência e em Casimiro para vencer a Volta em 2018,

Director Desportivo: Américo Silva

Bicicletes: Cipollini

Ciclistas:

Chefe de fila: Henrique Casimiro

David Arroyo- Trepador
Sérgio Paulinho - Gregário
Daniel Mestre - Sprinter
Bruno Silva - Rolador
Jesus del Pino - Trepador
Paulo Paulinho - Rolador
Rafael Silva - Sprinter
Marcos Jurado - Rolador

Contratações: David Arroyo (Caja Rural), Paulo Paulinho (Louletano), Marcos Jurado (BH)








AVILUDO - LOULETANO

A equipe de Loulé volta a postar em Vicente de Matteo para liderar a equipe em 2018. O ciclista espanhol, que além de ser um bom sprinter se defende muito bem na montanha quer melhorar o terceiro posto obtido na Volta este ano. Para o ajudar a equipe de Jorge Piedade tem David de La Fuente e o regressado Márcio Barbosa como gregários de luxo. Luis Mendonça, que teve um excelente ano pode ser a surpresa na hora dos sprints. André Evangelista, Rui Rodrigues e Óscar Hernandez transitam da época passada e serão o nucleo da equipe onde Luis Fernandes (Ex Sporting) e Nacho Martin (Ex W52-FCPorto)esperam ter mais oportunidades que tiveram o ano transato.

Director Desportivo: Jorge Piedade

Bicicletes: Jorbi

Ciclistas:

Chefe de fila: Vicente de Matteo

David de La Fuente - Trepador
Luis Mendonça - Gregário
André Evangelista - Rolador
Rui Rodrigues - Rolador
Óscar Hernandez -  Rolador
Luis Fernandes - Gregário
Márcio Barbosa - Trepador
Nacho Martin- Gregário

Contratações: Márcio Barbosa(Ex Trofa), Luis Fernandes (Ex Sporting) e Nacho Martin (Ex W52-FCPorto)









RADIO POPULAR BOAVISTA









A equipe de José Santos pode ser a grande surpresa da época. A um plantel já de si muito equilibrado chega Iuri Trofimov, ciclista World Tour que já fez Top 10 no Giro e na Vuelta. Será sem dúvida um dos chefes de fila da equipe, conjuntamente com João Benta que aos 30 anos tem em 2018 a época do tudo ou nada, ou explode finalmente e comprova tudo o que se esperava dele desde as camadas de formação, ou não passará de um ciclista top 10 do nosso pelotão. 
Quem tem evoluído muito é Domingos Gonçalves irmão do José da Katusha, se evoluir como trepador poderá mesmo ser o melhor ciclista português do nosso pelotão pois é praticamente imbatível nos contra relógios. Egor Silin, outro excelente trepador será o gregário de luxo da equipe que tem em Filipe Cardoso o seu sprinter habitual. David Rodrigues, Luis Gomes e os jovens espanhóis Manuel Sola e Oscar Pelegri preenchem o plantel.

Director Desportivo: José Santos

Bicicletes: Focus

Ciclistas:

Chefe de fila: Iuri Trofimov

João Benta - Trepador
Domingos Gonçalves - excelente contra-relogista e bom finalizador
Egor Silin - Trepador
Filipe Cardoso - Sprinter
David Rodrigues - Gregário
Luis Gomes - Rolador
Manuel Sola - Rolador
Oscar Pelegri - Rolador

Contratações: Iuri Trofimov, Manuel Sola e Oscar Pelegri (Ex Caja-Rural)







VITO FEIRENSE-BLACKJACK






Um regresso há muito esperado pelas gentes de Santa Maria da Feira. O Feirense, equipe histórica do nosso pelotão regressa pela mão de Joaquim Andrade ex ciclista do clube e que muito batalhou para tornar este sonho realidade.
Neste primeiro ano no escalão profissional, a equipe vai apostar em ciclistas já com alguma experiência como Edgar Pinto que será certamente o líder para a Volta a Portugal, pois é um excelente trepador que terá ao seu lado, Hugo Sancho e  Luis Afonso. O plantel completa-se com jovens promessas ansiosas por mostrar o seu valor no principal campeonato de Portugal.


Director Desportivo: Joaquim Andrade

Bicicletes: ?

Ciclistas:

Chefe de fila: Edgar Pinto

Hugo Sancho - Trepador
Luis Afonso - Rolador
João Matias - Rolador
Leonel Coutinho -Rolador
Soufiane Haddi - Trepador
João Santos -
Gonçalo Santos
Bernardo Saavedra


Team Sky, Brailsford: "Quero ajudar Froome a vencer o Giro e o Tour. É um desafio que respeitamos muito"

Agora que Chris Froome confirmou que estará no Giro d'Italia 2018, a pressão recai sobre a equipe que terá que trazê-lo nas melhores condições para triunfar: "Algumas das maiores histórias de ciclismo foram escritas no Giro de Italia e no próximo ano, temos a oportunidade de escrever um capítulo pessoalmente - diz  Dave Brailsford - Vamos trazer Chris para o Giro com o objetivo de ganhar três Grandes Voltas consecutivas e depois irá para o Tour de France com o objectivo de fazer o tetra",

Para o Director desportivo da 
Sky: "Alguns dos melhores corredores tentaram ganhar o Giro e o Tour na mesma temporada, mas quase ninguém conseguiu, então é um desafio que respeitamos muito - e acrescenta - São desafios como este que nos dizem que tipo de equipe é que somos, estamos criando
objectivos ambiciosos, preparando-os adequadamente e estamos prontos para dar tudo ".

A presença confirmada de Chris Froome certamente dá á prova uma expectativa de um grande desafio para a história do ciclismo contemporâneo: "Chris é certamente um dos ciclistas mais ambicicosos e só os melhores não tem medo de enfrentar estes desafios".é a opinião de seu chefe. Esses objetivos serão "uma nova motivação para toda a equipe e algo que pode emocionar todos os que seguem o nosso desporto", concluiu.

quarta-feira, 29 de novembro de 2017





 Apresentado o Giro de Itália 2018, com um começo inédito, subidas míticas e o regresso a Roma

O Giro de Itália de 2018 vai começar em  Jerusalém e nove anos depois, vai terminar na capital, em Roma. Com a partida a ser dada no dia 4 de Maio em Israel, será a primeira vez que uma Grande Volta começará fora da Europa. Uma Volta com muitas surpresas com sete etapas de montanha e um total de 44,2 km em contra-relógio.

A grande partida do Giro d'Italia 2018, como sabido, será um contra relógio individual de 9,7 quilômetros. Após o prólogo, a prova terá mais duas etapas em Israel com chegadas a Telaviv e Eilat, que devem sorrir para os sprinters. Após o primeiro dia de descanso, com a consequente transferência para a Itália, a corrida retomará da Sicília com uma etapa entre Catania e Caltagirone.  que poderá conter algumas surpresas ao longo do caminho, bem como a do dia seguinte a Santa Ninfa. A prova fecha os 3 dias da Sicília com a  
chegada ao Etna. Será, como no ano passado, o primeiro teste para os homens da classificação e permitirá ter as primeiras indicações sobre o status dos favoritos.
No dia seguinte, os sprinters serão os protagonistas, com uma etapa entre Pizzo Calabro e Praia al Mare. O primeiro fim de semana da corrida terminará com duas etapas adequadas para os homens da montanha, Montevergine de Mercogliano e Emperor Field. Há uma grande curiosidade, especialmente para o último, já que o Giro retornará pela primeira vez a Abruzzo, dezanove anos após o sucesso de Marco Pantani.

Após o segundo dia de descanso, nas áreas de Rigopiano, o Giro d'Italia 2018 permitirá que o grupo continue a ascensão na península. Será a  etapa mais longa de toda a prova e
ntre Penne e Gualdo Tadino . No dia seguinte, por outro lado, será uma etapa bastante curta entre Assis e Osimo, um dia de forte valor simbólico, que passará para Filottrano, cidade natal de Michele Scarponi. Além de hospedar a 11ª etapa, Osimo também será o ponto de partida do dia em que o pelotão irá para a Imola. Um dos finais que pode surpreender, pois a apenas três km da linha de chegada haverá o Tre Monti. Mais certa será a etapa do dia seguinte dedicada aos sprinters.
O destaque da segunda semana será certamente a 19 de maio com a chegada ao Monte Zoncolan. O palco começará a partir de San Vito al Tagliamento, com corredores que enfrentarão as subidas de Monte di Ragogna e Avaglio antes dos quatro quilômetros mais longos de Paularo para o Duron Pass, com uma inclinação entre 7,6% e 10%. Antes da terrível escalada final, que será enfrentada pela encosta de Ovaro, os corredores também enfrentarão a subida de Sella Valcalda, que também contará com 12% de inclinação. Um dia muito difícil será também entre Tolmezzo e Sappada com 4 contagens de montanha.
 

A ultima semana começa com um contra relógio individual entre o Trento e Rovereto. Um teste de 34,5 km que deve sorrir para especialistas. No dia seguinte, no entanto, será a penúltima oportunidade para os sprinters, antes de um inferno de três dias. Os três dias decisivos para a classificação geral começarão com a chegada ao Prato Nevoso. Se a décima oitava etapa só deve aquecer na subida final, não se pode dizer o mesmo para a do di a seguir com chegada ao Jafferau.
No sábado, haverá a chegada a Cervinia com os corredores a enfrentarem as Col Colse e Col St. Pantaleon nos 90 km antes da subida final. 

Para fechar o Giro uma etapa em Roma, onde a prova regressa passados 9 anos. Inicialmente, pensou-se que o contra relógio seria no palco da capital, mas os organizadores preferiram terminar a prova com uma etapa em linha com um circuito de 11,5 Km nas ruas do centro da capital Italiana.

Percurso do Giro de Itália 2018
EtapaDataKmDificuldadePartida - Chegada
1ª4 maio9,7 km***Jerusalem (Israel) (cr. individual)
2ª5 maio167 km*Haifa –Tel Aviv
3ª6 maio229 km*Be’er Sheva –Eilat
7 maioDia de Descanso e transfer para Itália
4ª8 maio191 km***Catania – Caltagirone
5ª9 maio152 km***Agrigento – Santa Ninfa
6ª10 maio163 km****Caltanissetta – Etna
7ª11 maio159 km*Pizzo Calabro- Praia al Mare
8ª12 maio208 km***Praia a Mare – Montevergine di Mercogliano
9ª13 maio224 km***Pesco Sannita–Campo Imperatore
14 maioDia de Descanso
10ª15 maio239 km***Penne – Gualdo Tadino
11ª16 maio156 km***Assisi – Osimo
12ª17 maio213 km**Osimo – Imola
13ª18 maio180 km**Ferrara – Nervesa della Battaglia
14ª19 maio181 km*****San Vito al Tagliamento – Monte Zoncolan
15ª2maio176 km****Tolmezzo– Sappada (Sorgenti del Piave)
21 maioDia de Descanso
16ª22 maio34, 5 km***Trento – Rovereto (c.r. individual)
17ª23 maio155 km**Riva Del Garda – Iseo
18ª24 maio196 km****Abbiategrasso – Prato Nevoso
19ª25 maio181 km*****Venaria Reale (Reggia) -Bardonecchia
20ª26 maio214 km*****Susa– Cervinia
21ª27 maio118 km*Roma - Roma





Giro de Itália: O Video oficial de apresentação da prova




Oficial: Chris Froome estará presente no  Giro de Itália em 2018.  

Depois dos rumores das últimas semanas, a equipe Sky  confirmou hoje durante a apresentação da prova Italiana a  presença do ciclista britânico no dia 4 de maio na grande partida de Jerusalém. 

O queniano branco explicou os motivos que o levaram a tomar essa decisão: "Para mim, é uma oportunidade única, tendo vencido o Tour e a Vuelta no ano passado, agora tenho a oportunidade de ir ao Giro para tentar vencer uma terceira Grande Volta consecutiva. "" É realmente emocionante enfrentar esse novo desafio - acrescenta Froome - Tentei fazer algo que as pessoas não esperariam. Para mim, esta é uma nova motivação, vamos ver o que consigo fazer no próximo ano".
Para  Froome, este é um retorno às origens: "A minha carreira começou de alguma forma em Itália. Eu vivi lá por três anos, quando comecei minha carreira profissional. Pensando na oportunidade única que tenho, parece-me como o encerramento de um círculo ".
A sua participação na Rose Race não exclui o desejo de vencer novamente o Tour,: "Sabemos que, na era moderna, ganhar o Giro e o Tour na mesma temporada é difícil, mas da maneira como correram as coisas este ano dá-me confiança para apontar para o sucesso em ambas as provas ".
Uma das coisa que facilitou a sua presença, foi a mudança de calendário da corrida francesa, que atrasará o início em uma semana. "Haverá uma semana mais de descanso entre o Giro e o Tour - diz Froome  - Isso significa uma semana mais para descansar e treinar do que o normal, o que, por sua vez, torna potencialmente mais viável enfrentar ambas as provas em grande forma" .



Simon Guerrans: Richie Porte pediu-me para o ajudar!

Simon Gerrans encontrou em Richie Porte o estímulo para continuar. 
Depois de algumas temporadas menos conseguidas e com a moral em baixo, após a exclusão do último Tour o antigo homem de Orica - Scott considerou seriamente a idéia de retirar este ano, mas uma chamada de Richie Porte convenceu-o a continuar mais uma época, de modo que no próximo ano eles correrão junto com a BMC.
"Richie foi o primeiro a me chamar para a equipe", explica The Herald Sun. "Fiquei especialmente honrado pelo convite e pala confiança depositada em mim de ainda ser capaz de contribuir para o ajudar a cumprir os seus objectivos, incluindo o Tour.  Ele  próprio, falou com a BMC, e eles entenderam que eu ainda podia ser útil para a equipe e rapidamente me ofereceram um contrato."
Richie e Simon, além de serem os dois australianos, são bons amigos e muitas vezes bateram-se por vitórias defendendo as suas cores, especialmente no Tour Down Under (Volta à Austrália), onde rivalizaram muitas vezes pela vitória nos últimos anos, tanto que foram forçados a entrar em três das últimas quatro edições, com pelo menos um ou os dois  a conseguir sempre estar presente o pódio. Aos 37 anos, depois de uma carreira bem sucedida que inclui 2 monumentos, um Milan - Sanremo,  e um Liege - Bastogne - Liege,  Gerrans vê agora o momento de colocar a sua excelente experiência ao serviço do grande amigo, oportunidade que Porte não quis perder, pois ganhou um gregário de luxo para o ajudar nas Grandes Voltas.
"É realmente uma perspectiva interessante poder estar com Richie em corridas por etapas, mas espero poder fazer também algumas clássicas que são onde me sinto mais forte" ele continua. "Quando você está numa equipe que acredita em ti você tem a confiança para poder fazer grandes corridas novamente, Eles te dão, os ingredientes para ganhar. É por isso que eu acho que ainda posso ganhar algo ". 

Declarações muito diferentes das que ele fez no início da última temporada, em que ele basicamente se preparou para um papel de gregário no apoio aos seus companheiros.