segunda-feira, 30 de abril de 2018












Lotto Soudal muda de nome para o Giro de Itália


Entre  4 e 27 de Maio, as camisolas vermelhas e brancas tipo Marlboro, da equipe belga vão ser substituídas por outras azuis e brancas com o nome Lotto Fix All. 
A equipa belga irá assim fazer uso da regra que permite uma mudança deste género uma vez por ano e irá promover um dos produtos do seu patrocinador, desta feita, numa corrida de três semanas: o Giro.

Esta não é a primeira vez que a marca opta por esta mudança. Já aconteceu em 2016 e 2017, sendo o Paris-Nice a corrida então escolhida. Desta vez a aposta foi numa das competições mais importantes do ano. ..

"Porque o giro é uma das três maiores corridas e chega a uma larga audiência mundial, em 171 países, é perfeito para esta opção. Ainda mais, Itália é um mercado importante para a Soudal. Desejamos à equipa a melhor sorte no Giro e estamos entusiasmados por ver a camisola da Fix ALL na televisão", afirmou Dirk Coorevits, CEO da Soudal.

Fix ALL é o nome de um dos produtos da Soudal.



Para memória futura - Velogames Tour da Romandia

Tal como previa, a presença  obrigatória de Fernando Gaviria, tornou-se num ciclista a menos, mas decidi-me manter fiel às condicionantes de quando fiz esta equipe e pretendo não mudar. Também Dayer Quintana, ciclista que já apostei por duas vezes, mostrou-se mais uma vez uma aposta falhada. De reto tudo normal, com os outros 7 ciclista a terminarem no Top 20, conseguindo mesmo, um primeiro, segundo e quarto lugar à geral final do Tour da Romandia.
Apesar de não ter feito uma boa prova, terminei este velogames na 403ª posição, acabei por ser recompensado, com a subida ao top 50 da época.

Liga Araújos: Se entrasse ficava em 1º (com a outra equipe fiquei em 4º)
Liga Carro-Vassoura - 4º lugar
Ranking da Prova - 403º
Season Championship - 49º

Tour da Romandia: Destaques da prova

👍 👍👍 Primoz Roglic (Lotto-Jumbo) - Espectacular prova do ciclista esloveno. Mais uma vez provou que é dos melhores Contra - relogista da actualidade defendendo-se muito bem no prólogo e especialmente na crono-escalada, onde no sector intermédio vinha a perder a camisola amarela para Bernal, mas com uma ponta final fortíssima minimizou as perdas conservando a líderança e provando que mentalmente está cada vez mais forte e confiante. Na média montanha está ao nível dos melhores e é neste momento, talvez o ciclista mais forte em provas de 1 semana. Pena não estar presente no Giro nem no Tour pois parece-me que já tem argumentos para discutir as Grandes Voltas.

👍👍 Egan Bernal (Sky) -  Dizimou toda a concorrência na crono-escalada, deixando os favoritos ( excepto Roglic e Porte) a mais de 1 minuto, conseguindo assim, a sua primeira vitória de etapa em provas do WorldTour. No dia seguinte na etapa rainha, tentou de todas as maneiras deixar Roglic para trás, mostrando uma mentalidade vencedora que é pouco usual num jovem de 21 anos. Se fosse possível, merecia a vitória a meias com o eslovaco. Que grande ciclista que é este colombiano. Quintana que se cuide!

👍 Rui Costa (UAE Emirates) - Grandissima prova do ciclista Português numa zona do Globo em que se sente muito confortável. Começou mal a prova, perdendo 26 segundos no prrólogo, mas não se deu por vencido e fez um final de volta espectacular, merecendo pelo menos uma vitória de etapa. Nota-se que está em crescendo de forma e quem sabe não estará a Top no Tour de França.

Richie Porte ( BMC) - Era o grande favorito da prova pois partia com o dorsal nº1 correspondente á vitória da época passada. Sem brilhar muito, esteve sempre entre os primeiros, tanto nos CR como na etapa rainha provando que está em crescendo de forma para o Tour.

Desilusões:

Geraint Thomas (Sky) - Era outro dos grandes favoritos da prova e depois de um excelente prólogo, desapareceu completamente da corrida, terminando a mais de 7 minutos de Roglic. Continua a perder terreno, na vice liderança da equipe e vê cada vez mais Bernal a roubar-lhe o protagonismo.

Daniel Martin (UAE Emirates) - Continua sem brilhar desde que chegou à Emirates. Numa prova ao seu estilo, falhou na crono-escalada e na etapa rainha mostrando que não se encontra ainda ao melhor nível. Esperemos melhores dias para o Irlandês, que em forma, é um dos ciclistas mais espectaculares do pelotão

Sonny Colbrelli (Bahrain) - Teve três hipóteses de vitória de etapa e desperdiçou-as toda frente a adversários muito menos cotados do que ele.

Elia Viviani (Quick-Step) - Não era uma prova ao seu estilo, mas ser batido por Samuel Dumoulin, não é normal para o ciclista italiano. Perdeu muito tempo na crono escalada, o que não lhe permitiu tomar a partida no dia seguinte. Não foi um bom teste para o Giro que começa para a semana e onde é um dos favoritos a papa etapas.


 Primoz Roglic vence Tour da Romandia

O Tour da Romandia terminou com a vitória de Primoz Roglic que dominou a prova por completo a partir da segunda etapa. Egan Bernal ficou em segundo a apenas 6"  e Richie Porte completou o pódio a 35" do homem da Lotto-Jumbo.

Vencedores das Etapas:

1º Etapa: Friburgo-Friburgo 4km (Prólogo) - Michael Matthews - Líder - Michael Matthews
2ª Etapa: Friburgo- Delémont 166,6 Km - Omar Fraile - Líder - Primoz Roglic
3ª Etapa: Delémont - Yverdon Les Bains 173,9 km - Thomas De Gendt - Líder - Primoz Roglic
4º Etapa: Ollon - Villars 9,9 km CR Individual - Egan Bernal - Líder - Primoz Roglic
5ª Etapa: Sion - Sion 149,2 Km - Jakob Fulgson - Líder - Primoz Roglic
6ª Etapa: Mont Sur rolle - Genéve 181,8 Km - Pascal Akermann - Líder - Primoz Roglic

A prova começou com um prólogo de 4 km em Friburgo com um final bastante duro em subida. Logo aí se começaram a fazer diferenças entre os favoritos com realce para os 112 perdidos por Bernal, os15" perdidos por Ion Izaguirre e os 19" de Daniel Martin e os 25" de Jakob Fulgson. Michael Matthews, surpreendeu tudo e todos e com um registo fabuloso tornando-se o primeiro líder da prova.


A segunda etapa, foi muito mexida na parte final com muitos dos sprinters a não conseguirem seguir com os primeiros na subida final. Num final ao sprint, Sonny Colbrelli o grande favorito viu-se surpreendido por um excelente Omar Fraile. Rui Costa, começava a dar a ideia de estar em grande forma para esta prova, terminando em terceiro lugar. Primoz Roglic, assegurou a camisola amarela que não mais havia de perder.

A etapa seguinte era uma das duas que estavam destinadas aos homens rápidos do pelotão, mas Thomas De Gendt , encetou uma fuga à Thomas De Gendt e chegou isolado a Yverdon Les Bains. No sprint do pelotão, Sonny Colbrelli fez novamente segundo à frente de Samuel Dumoulin.

A quarta etapa reservava-nos uma sempre espectacular Crono-escalada de 9,9 Km. Egan Bernal, mostrou mais uma vez que é o ciclista mais promissor do pelotão fulminando toda a concorrência. Roglic, começou mal mas, com uma segunda parte da ascenção a fundo minimixou as perdas e segurou a amarela. Rui Costa teve mais uma vez em evidência conseguindo o quinto posto.

A etapa rainha estava reservada para sábado. Muita montanha e muita emoção fizeram as delicias de quem pode assistir à prova. Numa tentativa de conseguir a líderança, Bernal, atacou vezes sem conta, mas Roglic estava muito forte e nunca se deixou surpreender. Rui Costa esteve soberbo, encetando uma fuga na subida final juntamente com Jakob Fulgson, mas infelizmente não o conseguiu seguir mas fez uma descida ao ataque levando na sua roda Bernal, Porte e Roglic. Se há dia em que o ciclista da Póvoa merecia a vitória era este. No final vitória para Fulgson que sobe ao quarto lugar da Geral, com Roglic, a bater Bernal e Rui Costa no sprint final e a assegurar aí a vitória final na Classificação geral.

Para o último dia, esperava-nos uma etapa calma de consagração. Já com poucos sprinters em prova, Pascal Akermann foi o mais forte do dia, à frente de Morkov e Ferrari. Primoz Roglic, confirmava a vitória final numa prova em que demonstrou ser sempre o mais forte.


🇨🇭
Look at that smile! @rogla. His 4th win of the season, the 11th for @LottoJumbo_road

Classificação Geral Final:



terça-feira, 24 de abril de 2018

Tour da Romandia: Tudo pronto para o Prólogo - Arley Egan Bernal



E se as motos das Televisões estiverem decidindo as corridas?


Primeiro foi Eusébio Unzué da Movistar a levantar a voz, depois Patrick Lefevere da Quick Step, quem será o próximo?
Após a Paris-Nice o director da Movistar, lançou a polémica, ao ser questionado pelos jornalistas do El País sobre o uso da vídeo arbitragem no ciclismo e apontou que o problema estava nas motos: “Eu não tenho nada contra o video árbitro, acho perfeito. Espero que combatam acima de tudo é o grande mal que está influenciando as corridas, nada mais que as motos da televisão” referiu o espanhol Eusebio Unzué, que acrescentou: “Só com o vácuo, uma moto colocando-se  uns cinco ou oito metros à frente de um ciclista, é capaz de definir a sorte de uma escapada ou a caça de um pelotão. Isso se verificou claramente no domingo passado, na fuga do Paris-Nice, como indo a frente dos que perseguiam prejudicavam aos três que estavam na fuga de Marc Soler que só eram filmados por trás".

No  domingo (15/04) após a Amstel Gold Race foi a vez do belga Patrick Lefevere, director da Quick Step, voltar à carga a reclamar das motos. “Eu não quero parecer um mau perdedor, mas o papel das motos na corrida é realmente escandaloso. Isso se aplica a outras corridas, bem como a esta edição da Amstel. Enquanto Pieter Serry estava fazendo um esforço ao máximo na frente do grupo de favoritos, a fuga continuava a ganhar terreno por causa do vácuo das motos”. E ainda foi mais enfático: “Quando a diferença cai para baixo dos 20 segundos, as motos deveriam se posicionar atrás dos ciclistas. Vou escrever uma carta sobre este assunto ao presidente da UCi, David Lappartient, por que isto não pode continuar. São as motos que estão decidindo as corridas” sentenciou.

Velogames Tour da Romandia

Como foi pré defenido desde a 1ª prova deste ano, sempre que ciclistas pertencentes à equipe virtual deste blogue participem no jogo, serão escolhidos, logo para esta prova, Fernando Gaviria, Egan Bernal e David Gaudu, foram as primeiras escolhas.
Gaviria e Bernal, vem de graves lesões, pelo que não devem estar no seu melhor, mas regras são regras e se tiver que estragar o excelente campeonato que estou a fazer (antes desta prova, estou em 82ª da Geral anual) que assim seja. David Gaudu, lidera a FDJ e tenho muitas esperanças no jovem françês.

Para lutar pela classificação geral, tenho Pimoz Roglic e Jakob Fulgson, acompanhado por mais três jovens promessas, Emanuel Buckmann, Daniel Filipe Matinez e Jaime Roson.
Dayer Quintana, que anda bem nos CR e na montanha é a opção mais barata.

PS: Eu não me acredito que esta seja uma prova para o F. Gaviria. Se pudesse, teria metido o Pierre Latour.

Fernando Gaviria

"Llegó la hora de volver a poner número y dar lo mejor a partir de mañana. Vamos con todo por el equipo!!" 🤟🏼🐺🐺🐺

segunda-feira, 23 de abril de 2018

Tour da Romandia: Apresentação da prova


📅 24 a 29 de Abril
🚩 6 etapas
🚴 685,4 km
⏱ Prólogo + 1 contra-relógio de montanha
🚴 1 etapas ao sprint
⛰ 15 portos de montanha


Tour de Romandía
Tour de Romandie
Cycling (road) pictogram.svg Ciclismo de estrada
Peloton Tour de Romandie 2008.jpg
Michael Albasini , camisola amarela de líder em 2008
Dados Gerais
PaísFlag of Switzerland (Pantone).svg Suiça
CategoríaUCI World Tour 2.UWT
DataAbril 
1º Edição1947
Edicão actual72.ª (em 2018)
OrganizadorChassot Concept
FormatoProva por etapas
Equipes participantesUCI WorldTeam
Profesional Continental
Palmarés
Mais vitoriasBandera de Irlanda Stephen Roche (3)


O Tour da Romandía, irá para a estrada de 24 a 29 de Abril. É uma prova de etapas que decorre na região da Romandía, de língua francesa da Suíça.
A 1ª edição foi em 1947 para celebrar o 50º aniversário da União Suíça de Ciclismo e reuniu quarenta corredores divididos por dez equipes. Consistia em quatro etapas com uma distância total de 755 km.

Desde 2005, a prova faz parte do UCI ProTour e actualmente da UCI WorldTour.


A edição deste ano, tem um percurso muito variado, que inclui um prólogo de 4 km - com um final difícil com rampas de até 11% , um contra-relógio de 10 km para Villars-sur-Ollon (9,7 km a 8,1%), uma etapa rainha com três portos de montanha de primeira categoria e dois de segunda e outra etapa de meia montanha, com três altos de 2 ª categoria e um de 3º. Em suma, 685 quilómetros com muita montanha, mas sem finais em alto, embora apenas duas etapas possam ser opção para os sprinters. Uma prova cheia de armadilhas que convida a ataques e tácticas da equipe.

Percurso:

A corrida começa com um prólogo apresentando algumas desagradáveis rampas de dois dígitos, há um contra-relógio de 9,9 quilómetros a 8%, enquanto a etapa rainha de montanha percorre cinco subidas com duas de 1ª categoria, mas termina na descida.


Etapas:

1º Etapa, Terça-feira: Friburgo-Friburgo 4km (Prólogo)




O Tour da Romandia começa com um prólogo de 4 quilômetros em Fribourgo.
O primeiro 1,5 quilómetro é plano, seguido de uma descida curta e acentuada até a secção central plana. No quilometro 3.2, os ciclistas fazem uma rampa de 200 metros com gradientes de dois dígitos. Os últimos 600 metros começam com um falso plano para ficar mais íngreme e mais íngreme e terminam com outra rampa de dois dígitos imediatamente antes da linha na Praça Georges Python.

2ª Etapa, Quarta-feira: Friburgo- Delémont 166,6 Km



Esta etapa tem 4 portos de montanha O primeiro deles é de 4,3 quilómetros a 8,3% e a crista é alcançada no km 40,7 em Lignières. A corrida desce para o vale apenas para subir o Col Pierre Pertuis no quilometro 74,7 - 2,5 km a 6% de inclinação . Na descida, os ciclistas, entram num circuito de 29,5 quilómetros em redor de Delémont, com duas voltas por Le Sommet. Esta subida de 6,2 quilómetros tem uma média de 6,4% e, após uma curta descida, a subida continua por 3 quilómetros, quase a 3%. A última vez que chegarem ao topo, faltam 10,4 quilómetros para a linha de meta em descida, mas os 4 quilómetros finais são planos.

Os primeiros três ciclistas na linha de chegada recebem bonificações de tempo de 10, 6 e 4 segundos, enquanto os dois sprints intermediários (no quilometro 79.0 e no quilometro 141.5) vêm com 3, 2 e 1 segundo.

3ª Etapa, Quinta-feira; Delémont - Yverdon Les Bains 173,9 km



Logo após a partida, os ciclistas enfrentam a primeira subida. O Col des Rangiers é de 8,4 quilómetros com uma média de 4,8%. O PM está localizado a 856 metros e, após uma pequena descida, o percurso continua num falso plano até uma elevação de quase 1.000 metros. No quilómetro 84, os ciclistas descem para o vale antes de enfrentar a segunda e última subida do dia. O Col des Etroits tem 5,7 quilómetros com um gradiente médio de 6%. Os Etroits atingem 1.152 metros de altura. O local de chegada, Yverdon-les-Bains fica no Lago Neuchâtel, 20 quilómetros depois. Após a primeira passagem na linha de meta, a corrida termina com uma rodada de 34,4 quilómetros com os últimos 10 quilómetros planos.

Os três primeiros ciclistas na linha de meta, recebem bonificações de 10, 6 e 4 segundos, enquanto os dois sprints intermediários (no km 84,0 e no quilómetro 149,8) vêm com 3, 2 e 1 segundo.

4º Etapa, Sexta-feira: Ollon - Villars 9,9 km




A 3ª etapa do Tour de Romandie é um contra relógio individual de montanha. Ollon fica no vale e Villars no alto da montanha. O traçado de 9,9 quilómetros sobe 785 metros.

5ª Etapa, Sábado: Sion - Sion 149,2 Km




No Sábado, temos a etapa raínha, com 5 prémios de Montanha com os últimos 4 na parte final da etapa. A primeira dificuldade é quase no início, seguida por 50 quilómetros completamente planos. O final é muito interessante, com uma sucessão de quatro subidas intercaladas apenas com descidas curtas. Abrindo e fechando este quarteto estão dois GPMs de primeira categoria, nos quais a batalha pela vitória final poderá explodir. Da última cordilheira até a linha de chegada, haverá 30 quilómetros, dos quais cerca de 25 de descida rápida e bastante técnica.

6ª Etapa, Domingo: Mont Sur rolle - Genéve 181,8 Km



A última etapa do Tour da Romandia deste ano começa em Mont-sur-Rolle, 35 quilómetros a norte de Genebra, tem 181,8 km apresenta três subidas, mas um final rápido ao sprint, é o cenário mais provável.
A primeira subida, leva a Mont-la-Ville (3,6 quilómetros a 4,9%), a segunda, a Suchy (1,9 quilómetros a 6,4%) e a terceira, a Thierrens (3 quilómetros a 4,5%). Nesta última aldeia ainda há mais de 100 quilómetros para competir, principalmente em estradas sinuosas.
Os quilómetros finais correm ao longo do lago de Genebra e são planos.
Os primeiros três pilotos na linha recebem bonificações de 10, 6 e 4 segundos, enquanto os dois sprints intermediários (no km 91.2 e no km 151.3) vêm com 3, 2 e 1 segundo.

Favoritos:



Primoz Roglic, é o grande favorito da prova. O ciclista da Lotto-Jumbo, que tão bem esteve na Volta ao País Basco, beneficia ainda da inclusão de 2 contra-relógios onde é um especialista.
Richie Porte, que venceu a prova no ano passado será o seu principal opositor. O Australiano, lidera uma BMC que necessita de vitórias como de pão para a boca e qu se apresenta na Suiça na máxima força. Geraint Thomas e Egan Bernal da Sky, também quererão levar de novo a equipe às vitórias após uma péssima prestação nas Clássicas da Primavera. Também Simon Spilak, que por 3 vezes terminou em segundo lugar nesta prova, poderá valer-se do seu conhecimento da prova para contornar o seu défice na alta montanha.
Ion Izaguirre e Jakob Fulgson são os outros candidatos à vitória final. Daniel Martin, que apareceu em boa forma em Liège, poderá vencer mas, tem o handicap de dois CR onde não é especialista mesmo sendo de montanha.

Entre os Outsiders, Steven Kruijswijk que ainda não se viu este ano, Pierre Latour que já o vimos no melhor (Catalunha) e no pior (País Basco), Gorka Izaguirre, Emanuel Buckmann e Tejay Van Garderen que se defendem muito bem no contra-relógio, são os outros nomes a ter em conta.

Portugueses:


Rui Costa, tem um excelente historial na Romandia. Por três vezes, entre 2012 e 2014 terminou no lugar mais baixo do pódio e de certeza que tentará lá chegar novamente este ano, mas como vimos nas Ardenas, o ciclista português, não nos parece estar no seu melhor pelo que se o conseguir será uma boa surpresa.
José Gonçalves, também estará presente. Terminada a época das clássicas onde tal como toda a sua equipe não foi muito feliz, o ciclista português estará presente à partida no apoio ao seu líder, Simon Spilak.

As minhas Apostas:




Richie Porte e Primoz Roglic


  Geraint Thomas, Jakob Fulgson

  Ion Izaguirre, Daniel Martin

 Steven Kruijswijk, Simon Spilak, Egan Bernal

Rui Costa, Pierre Latour, Emanuel Buckmann

Rui Costa, Primoz Roglic, Egan Bernal, David Gaudu



LIsta de Inscritos

Últimos Vencedores



Site Oficial

domingo, 22 de abril de 2018


Velogames Fantasy Spring Classics

Apesar de já jogar Velogames há muitos anos, foi a 1ª vez que participei na época de Clássicas.
Tenho que reconhecer, que embora siga o ciclismo desde miúdo, apenas via as Grandes Voltas, ou seja, não percebia puto de Clássicas. Se em Janeiro me perguntassem, quem eram os especialistas do pavé e das Ardenas, para mim, eram os mesmos e só conhecia alguns nomes.
Por tudo isso, adorei participar no jogo, aprendi imenso sobre as provas e os seus protagonistas principais e mais que isso, fiquei completamente apaixonado por este tipo de provas. Para o ano, se participar no velogames, de certeza que estarei muito mais bem preparado e de certeza que conseguirei uma melhor classificação.

No entanto, para memória futura aqui fica o meu 1º velogames das Clássicas




Liga Araújos: Se entrasse ficava em 3º
Liga Carro-Vassoura - 6º lugar
Ranking da prova: 960
Season Championship - 83º Lugar