As 15 maiores transferências do ano
1º Fábio Aru Astana ----) UAE Team Emirates
De todos os ciclistas que estavam no mercado, era de longe o mais apetecível. A Trek ainda tentou contratá-lo para suceder a Alberto Contador, mas os petrodólares árabes falaram mais alto e Aru assinou pela UAE Team Emirates.
Depois de uma temporada excepcional em 2015 onde faz 2º no Giro e vence a Vuelta, Aru vem de duas temporadas menos conseguidas mas ás quais não será alheio o desnvestimento da equipe da Astana.
Aos 27 anos o ciclista italiano está no auge das suas capacidades, veremos como se comportará numa equipe ainda sem o estatuto das equipes europeias mas que fez um grande esforço para lhe dar as melhores armas para lutar pelas grandes voltas.
2º Marcel Kittel Quick - Stepp -----) Katusha
É o sprinter que todas as equipes gostavam de ter.
Desde 2011, altura em que chega à Skil Shimano com 23 anos, o alemão conseguiu a impressionante marca de 87 vitórias de etapa, sendo 27 delas nos últimos dois anos ao serviço da Quick-Step Floors.
Com o aparecimento de Fernando Gaviria, que tal como Kittel também conseguiu 14 vitórias esta época, o alemão sentiu que o seu lugar de chefe de fila poderia estar em jogo e preferiu sair para uma equipe que lhe garantisse esse estatuto. Assinou pela Katusha de José Azevedo, equipe onde Kristoff falhou completamente este ano.Veremos como se irá adaptar à equipe e quanto valerá sem o famoso comboio da Quick-Step.
Já agora só por curiosidae, nas duas épocas que vai estar na equipe russa, o alemão vai receber 250 mil euros limpos por mês, tornando-se assim o 5º ciclista mais bem pago do pelotão, atrás de Valverde, Sagan, Kristoff e Quintana.
3º Daniel Martin Quick - Stepp -----) UAE Team Emirates
O cilista mais entusiasmante do pelotão mundial vai dividir com Fabio Aru a liderança da equipe árabe dos Emirados.
O irlandês graças ao seu estilo ambicioso e destemido é o único (juntamente com Quintana) com capacidade para atacar Froome na alta montanha. É um dos melhores ciclistas da actualidade, que vencerá naturalmente uma das grandes voltas nos próximos anos.
Com uns guarda costas de luxo, como Diego Ulissi, Darwin Atapuma, Jan Polanc ou mesmo Rui Costa, a equipe dos Emirates poderá encarar a próxima época com a a ambição de oferecer a Daniel Martin ou Fabio Aru as condições necessárias para vencerem uma grande volta.
Veremos como é que a equipe de Rui Costa vai gerir os seus activos, mas eu apostaria em Aru no Giro e no Tour e Martin no Tour e na Vuelta.
4º Mikel Landa Team Sky ---) Movistar
Outro ciclista muito cobiçado neste mercado de inverno.
Aos 27 anos, Landa já provou que consegue facilmente fazer Top 5 nas grandes voltas. Chega à Movistar numa altura em que em Espanha não há grandes referências com a esperança de ser o próximo " Indurain". Aos 27 anos será com certeza um dos chefes de fila da equipe, mas Nairo Quintana já mostrou o seu descontentamento com a chegada do espanhol e isso poderá trazer algum mal estar no seio da equipe. Veremos como Eusébio Unzué consegue lidar com a situação sabendo que Quintana deve ser o chefe de fila no Tour e Landa no Giro e na Vuelta com o apoio de Valverde.
5º Warren Barguil Team Sunweb ----) Fortuneo
Talvez a maior surpresa do ano.
Após uma temporada brilhante onde venceu duas etapas do Tour, arrebatando a camisola das bolinhas da montanha. o ciclista francês, deixa a Sunweb de Tom Dumoulin e assina pela equipe continental da Fortuneo.
Warren Barguil irá assumir a chefia absoluta da equipe da Bretanha,local de onde é natural, garantindo com isso à Fortuneo um wild card para o Tour do próximo ano e a hipótese de lutar pela vitória na divisão UCI Pro continental com vista à subida de divisão em 2018.
6º Louis Meintjes UAE Team Emirates ----) Dimension Data
Sem espaço na equipe árabe com a chegada de Aru e Daniel Martin, mal grado dois oitavos lugares nas duas ultimas edições do Tour, o cilistas sul africano regressa a casa, equipe onde fez a formação e onde aos 22 anos conquistou um 10º lugar na Vuelta a Espanha.
Após 2 anos sem grandes resultados, a Dimension Data tem o seu lugar no World Tour em risco e aposta no ciclista da casa para liderar a equipe sabendo que Louis é quase uma garantia de fazer top 10 em algumas voltas.
7º Mikel Nieve Team Sky ---) Orica
Um dos melhores ciclistas do pelotão mundial a quem Chris froome tem que agradecer muitos dos seus triunfos em alta montanha, chega à equipe dos irmãos Yates com bastante visibilidade mediática.
O espanhol, que esteve presente nos últimos três Tours que o inglês, ganhou é mais um grande reforço à excelente equipe que a Orica tem vindo a montar nos últimos anos. Aquela que começou por ser uma equipe de australianos é hoje uma das melhores equipes do mundo, ao ponto, de não se saber ao certo quem é o líder da equipe australiana, será Chavez que teve uma época desastrosa este ano e parece ter perdido espaço na equipe, serão os irmãos Yates, habituais frequentadores do Top 10 nas grandes voltas ou será Mikel Nieve que aos 33 anos tem a ultima hipótese de brilhar. Certamente que o espanhol será líder na Vuelta em conjunto com um dos outros, mas no Tour deverá ser gregário dos irmãos ingleses.
8º David de La Cruz Quick - Stepp -----) Team Sky
O espanhol da Quick - Stepp será o substituto natural de Mikel Landa na equipe inglesa.
Aos 28 anos e após uma grande Vuelta a Espanha onde só uma queda no Angliru lhe retirou um lugar no Top 10, o ciclista espanhol chega à Sky para assumir o papel de principal gregário de Froome no Tour e assumir com Thomas a liderança da equipe na prova espanhola.
9º Alexander Khristoff Katusha -----) UAE Team Emirates
Não se pode dizer que tenha sido para esquecer a época do norueguês na Katusha. pois conseguiu 9 vitórias de etapa, mas foram em provas de pouca importância. Quando teve que provar o seu avultado investimento o ciclista russo falhou a toda a prova, não conseguindo uma única vitória numa grande Volta.
Poderia se pensar que o elevado ordenado que auferia na equipe russa inviabilizaria qualquer transferência mas mais uma vez os petrodólares árabes entraram em jogo e Kristoff será o grande trunfo da equipe de Rui Costa para as clássicas da primavera e para tentar vencer etapas nas grandes voltas.
Tal como na Katusha a equipe árabe não tem um comboio bem mecanizado para levar o norueguês á vitória, mas aos 30 anos Kristoff enfrenta uma época de tudo ou nada, ou confirma o valor de 2015, onde consegui 20 vitórias de etapas, que o transformaram num dos melhores sprinters do mundo ou rapidamente cai no esquecimento como Tyller Ferrar ou Sacha Modolo,
10º Matej Mohoric UAE Team Emirates -----) Bahrain
O maior maratonista de 2017 troca de equipe árabe, deixa a UAE Emirates e vai para a rival Bahrain.
Mohoric, com os seus 22 anos e com uma margem de progressão enorme era um dos mais pretendidos ciclistas do pelotão. Dono de uma capacidade física fora do comum, o esloveno tem tudo para ser um dos melhores ciclistas de clássica no futuro. O antigo campeão do mundo de juniores e Sub-23 será um dos principais gregários da equipe de Nibali e como já o provou na Vuelta de este ano, um ciclista para vencer etapas nas grandes voltas.
11º Matteo Trentin Quick - Stepp -----) Orica
Um final de época espectacular com 4 vitórias de etapas na Vuelta retiraram do anonimato o principal lançador de Marcel Kittel na Quick - Step.
Excelente contratação por parte da equipe australiana onde o ciclista italiano, poderá ter um duplo protagonismo, como lançador de Caleb Ewan no Tour e como principal sprinter na prova do seu país e e na Vuelta.
O seu lançador na Vuelta, Jack Bauer acompanha-o nesta nova etapa, o que faz do comboio da Orica um dos melhores do pelotão mundial. Caleb Ewan e Matteo Trentin tem tudo para brilhar e fazer da Orica uma das equipes com mais vitórias de etapas da próxima época.
Um final de época espectacular com 4 vitórias de etapas na Vuelta retiraram do anonimato o principal lançador de Marcel Kittel na Quick - Step.
Excelente contratação por parte da equipe australiana onde o ciclista italiano, poderá ter um duplo protagonismo, como lançador de Caleb Ewan no Tour e como principal sprinter na prova do seu país e e na Vuelta.
O seu lançador na Vuelta, Jack Bauer acompanha-o nesta nova etapa, o que faz do comboio da Orica um dos melhores do pelotão mundial. Caleb Ewan e Matteo Trentin tem tudo para brilhar e fazer da Orica uma das equipes com mais vitórias de etapas da próxima época.
12º Davide Formolo Cannondalle -----) Bora
Depois de um 9º lugar na Vuelta do ano passado e de um 10º lugar no Giro deste ano ao serviço da Cannondale, o jovem italiano muda-se para a equipe de Peter Sagan onde pode vir a ter um papel importante no próximo ano. Formolo já provou ser um grande trepador e será com certeza a grande aposta da equipe alemã para o Giro do próximo ano. Veremos depois com o decorrer da época até onde pode ir este jovem prodigio, uma das maiores esperanças do ciclismo transalpino para a próxima década.
13º Egan Bernal Gomez Androni -----) Team Sky
A Sky é uma autentica fábrica de talentos e para suprir as saidas de Mikel Landa e Mikel Nieve tem talvez os dois ciclistas mais promissores da atualidade, o italiano Gianni Moscon e agora o jovem colombiano Egan Bernal
Egan Bernal de apenas 20 anos é o mais recente talento colombiano, tal como Quintana, Chavez ou Miguel Angel Lopez, estreou-se este ano com uma vitória na volta à França do futuro não dando a mínima chance aos seus rivais. Bom escalador, é um ciclista corajoso e ofensivo, que chega à equipe inglesa, onde naturalmente fará a sua ascensão como gregário de Froome para quem sabe daqui a três anos poder discutir uma grande volta.
14º Tony Gallopin Team Lotto Soudal -----) AG2R
Foi com excitação que os franceses viram o regresso de Tony Gallopin a terras gaulesas.
Com a chegada do antigo campeão françês de estrada a AG2R consegue colmatar duas grandes lacunas na sua equipe, um excelente rolador capaz de ombrear com os melhores nas clássicas e um ciclista capaz de vencer etapas (já foi por mais que uma vez camisola amarela no tour) e fazer top 10 em grandes voltas.
5º Jan Hirt CCC -----) Astana
A Astana para colmatar a saída de Aru, apostou em Davidde Vilela, Omar Fraille e Jan Hirt. Dos três o checo de 26 anos parece-me o que tem mais capacidades de vir a brilhar com a camisola celeste da equipe casaque.
Ao servico da equipe polaca da CCC, Hirt fez um extraordinário Giro de Itália em 2017, andando sempre com os primeiros na alta montanha e perdendo um lugar no top 10 nas ultimas etapas devido a não ter apoio nenhum da sua equipe. Com a chegada a uma equipe World Tour, o checo pode explodir e será sem dúvida um ciclista a seguir em 2018
Depois de um 9º lugar na Vuelta do ano passado e de um 10º lugar no Giro deste ano ao serviço da Cannondale, o jovem italiano muda-se para a equipe de Peter Sagan onde pode vir a ter um papel importante no próximo ano. Formolo já provou ser um grande trepador e será com certeza a grande aposta da equipe alemã para o Giro do próximo ano. Veremos depois com o decorrer da época até onde pode ir este jovem prodigio, uma das maiores esperanças do ciclismo transalpino para a próxima década.
13º Egan Bernal Gomez Androni -----) Team Sky
A Sky é uma autentica fábrica de talentos e para suprir as saidas de Mikel Landa e Mikel Nieve tem talvez os dois ciclistas mais promissores da atualidade, o italiano Gianni Moscon e agora o jovem colombiano Egan Bernal
Egan Bernal de apenas 20 anos é o mais recente talento colombiano, tal como Quintana, Chavez ou Miguel Angel Lopez, estreou-se este ano com uma vitória na volta à França do futuro não dando a mínima chance aos seus rivais. Bom escalador, é um ciclista corajoso e ofensivo, que chega à equipe inglesa, onde naturalmente fará a sua ascensão como gregário de Froome para quem sabe daqui a três anos poder discutir uma grande volta.
14º Tony Gallopin Team Lotto Soudal -----) AG2R
Foi com excitação que os franceses viram o regresso de Tony Gallopin a terras gaulesas.
Com a chegada do antigo campeão françês de estrada a AG2R consegue colmatar duas grandes lacunas na sua equipe, um excelente rolador capaz de ombrear com os melhores nas clássicas e um ciclista capaz de vencer etapas (já foi por mais que uma vez camisola amarela no tour) e fazer top 10 em grandes voltas.
5º Jan Hirt CCC -----) Astana
A Astana para colmatar a saída de Aru, apostou em Davidde Vilela, Omar Fraille e Jan Hirt. Dos três o checo de 26 anos parece-me o que tem mais capacidades de vir a brilhar com a camisola celeste da equipe casaque.
Ao servico da equipe polaca da CCC, Hirt fez um extraordinário Giro de Itália em 2017, andando sempre com os primeiros na alta montanha e perdendo um lugar no top 10 nas ultimas etapas devido a não ter apoio nenhum da sua equipe. Com a chegada a uma equipe World Tour, o checo pode explodir e será sem dúvida um ciclista a seguir em 2018















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