As 10 maiores desilusões de 2017
Ao fazermos o balanço do ano de 2017, há ciclistas que dadas as suas performances vão ser recordados para sempre, mas também há outros que por um motivo ou outro ficaram muito abaixo das expectativas. Nas próximas semanas vou divulgar aqueles que para este blogue foram as maiores desilusões do ano de 2017.
6º Aleksander Kristoff
Depois de um excelente inicio de época com 4 vitórias de etapa nas duas primeiras provas em que participou, vencendo a respectiva classificação dos pontos da Etoile deBésseges e do Tour de Oman, era de esperar uma época em grande do ciclista russo, mas tal não viria a acontecer e mais uma vez não conseguiu justificar na estrada o avultado salário que a equipe da Katusha lhe paga.
Esteve mal nas clássicas da primavera, a sua grande especialidade, não conseguindo nenhum podio nas principais provas, só se destacando nas provas de segundo plano como a clássica de Frankfurt. Também não apareceu nas provas de preparação para o Tour, o seu grande objectivo da época passando sepercebido na Volta à Califórnia e no Dauphiné.
Chega à prova Francesa, e depois de um segundo lugar na quarta etapa, pensou-se que fosse finalmente o ano do czar, mas nem com a saída prematura de Sagan, Cvendish e depois Démare Kristoff conseguiu aparecer. Fecha o Tour sem nenhuma vitória e apenas 5 top 10 o que é manisfestamente mau.
Salva o ano sagrando-se Campeão Europeu e mais tarde Vice Campeão Mundial atrás de Sagan, mas das 9 vitórias de etapa de 2017 só 2 foram em provas do World Tour o que é muito pouco para o 4º ciclista mais bem pago do mundo.
Espera-se que em 2018, na nova aventura com a equipe de Rui Costa, Aleksander Kristoff renasça finalmente e prove que a época de 2015 com 20 vitórias de etapa e 49 top 10 não foi apenas uma coincidência de vários factores.
Maiores desilusões 2017:
7º Ben Swift
8º Nacer Bouhanni
9º Steven kruijswik
10º Rafal Majka

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