E se as motos das Televisões estiverem decidindo as corridas?
Primeiro foi Eusébio Unzué da Movistar a levantar a voz, depois Patrick Lefevere da Quick Step, quem será o próximo?
Após a Paris-Nice o director da Movistar, lançou a polémica, ao ser questionado pelos jornalistas do El País sobre o uso da vídeo arbitragem no ciclismo e apontou que o problema estava nas motos: “Eu não tenho nada contra o video árbitro, acho perfeito. Espero que combatam acima de tudo é o grande mal que está influenciando as corridas, nada mais que as motos da televisão” referiu o espanhol Eusebio Unzué, que acrescentou: “Só com o vácuo, uma moto colocando-se uns cinco ou oito metros à frente de um ciclista, é capaz de definir a sorte de uma escapada ou a caça de um pelotão. Isso se verificou claramente no domingo passado, na fuga do Paris-Nice, como indo a frente dos que perseguiam prejudicavam aos três que estavam na fuga de Marc Soler que só eram filmados por trás".
No domingo (15/04) após a Amstel Gold Race foi a vez do belga Patrick Lefevere, director da Quick Step, voltar à carga a reclamar das motos. “Eu não quero parecer um mau perdedor, mas o papel das motos na corrida é realmente escandaloso. Isso se aplica a outras corridas, bem como a esta edição da Amstel. Enquanto Pieter Serry estava fazendo um esforço ao máximo na frente do grupo de favoritos, a fuga continuava a ganhar terreno por causa do vácuo das motos”. E ainda foi mais enfático: “Quando a diferença cai para baixo dos 20 segundos, as motos deveriam se posicionar atrás dos ciclistas. Vou escrever uma carta sobre este assunto ao presidente da UCi, David Lappartient, por que isto não pode continuar. São as motos que estão decidindo as corridas” sentenciou.
No domingo (15/04) após a Amstel Gold Race foi a vez do belga Patrick Lefevere, director da Quick Step, voltar à carga a reclamar das motos. “Eu não quero parecer um mau perdedor, mas o papel das motos na corrida é realmente escandaloso. Isso se aplica a outras corridas, bem como a esta edição da Amstel. Enquanto Pieter Serry estava fazendo um esforço ao máximo na frente do grupo de favoritos, a fuga continuava a ganhar terreno por causa do vácuo das motos”. E ainda foi mais enfático: “Quando a diferença cai para baixo dos 20 segundos, as motos deveriam se posicionar atrás dos ciclistas. Vou escrever uma carta sobre este assunto ao presidente da UCi, David Lappartient, por que isto não pode continuar. São as motos que estão decidindo as corridas” sentenciou.



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