
Volta a Portugal 2018: Apresentação da prova e das equipes participantes
1 a 12 de Agosto
10 etapas
1578,9 Km
1 Prólogo + 1 CR Individual
3 etapa ao sprint
3 etapas de média montanha (colinas)
3 etapas com final em alto
24 portos de montanhaA 80ª Volta a Portugal (2.1 UCI), irá para a estrada entre 1 e 12 de Agosto. Prevê-se uma prova mais espectacular que as edições anteriores, com muita montanha e sem,
bonificações, o que levará a que a prova seja discutida mesmo na estrada.
Sem nenhuma equipe WorldTour à partida, a "Grandissima" será novamente discutida principalmente entre as equipes nacionais, sendo que as equipes espanholas da Caja-Rural, que regressa após um ano de ausência e da Euskadi-Murias, bem como da Israel Cycling Academy, serão as únicas a pôr em causa a supremacia das equipes lusas, com a W52-F.C.Porto, Sporting Tavira, Aviludo-Louletano, Efapel Glassdrive e a Boavista Radio Popular, a serem as grandes candidatas à vitória final.
PERCURSO:
Como de costume, a corrida começará com um prólogo de 1.800 metros desta vez em Setúbal. Seguem-se nove etapas em linha - com um dia de folga - e um contra-relógio individual final em Fafe onde se consagrará o grande vencedor da edição deste ano.
No total, o pelotão viajará 1.578,9 quilómetros, sendo de realçar o regresso ao Alentejo e Algarve onde a Volta já não ia há vários anos, nas duas primeiras etapas da prova.
A terceira etapa é a "etapa da vida", homenageando as pessoas e territórios afectados pelos incêndios de 2017. A quarta é uma das etapas rainhas com a chegada à Covilhã após 12 quilómetros de subida na Serra da Estrela .
A segunda metade da prova, com crescente dureza, começa na sexta etapa, no dia 8 de Agosto com chegada a Boticas. A sétima etapa termina, após 165,5 quilómetros, na já tradicional subida ao monte de Santa Luzia em Viana do Castelo, montanha de terceira categoria, ideal para causar algumas diferenças de tempo. Braga, é o palco para o final da nona etapa mas a mais esperada é o penúltimo dia da prova. Pela primeira vez em muitos anos, a Senhora da Graça aparece colocada no final da Volta, tornando a mítica subida ainda mais difícil, pois os ciclistas já ai chegam muito desgastados. Em principio, será ai que tudo de decidirá, mas para finalizar em beleza, Fafe, cidade que já há vários anos, acolhe finais de etapas, será o palco do contra-relógio final de 17,3 Km no domingo dia 12 de Agosto.
ETAPAS
1 de Agosto, quarta-feira: Prólogo / Setúbal – Setúbal / 1.8 Km
2 de Agosto, quinta-feira: 1ª etapa / Alcácer do Sal – Albufeira / 191.8 km
3 de Agosto, sexta-feira: 2ª Etapa / Beja – Portalegre / 195.3 km
4 de Agosto, sábado: 3ª Etapa / Sertã – Oliveira do Hospital / 175.9 Km
5 de Agosto, domingo: 4ª Etapa / Guarda – Covilhã / 171.4 Km
6 de Agosto, segunda-feira: 5ª Etapa / Sabugal – Viseu / 191.7 Km
7 de Agosto, terça-feira: Descanso
8 de Agosto, quarta-feira: 6ª Etapa / Sernacelhe – Boticas / 165.4 km
9 de Agosto, quinta-feira: 7ª Etapa / Montalegre – Viana do Castelo / 165.5 Km
10 de Agosto, sexta-feira: 8ª Etapa / Barcelos – Braga / 147.6 Km
11 de Agosto sábado: 9ª Etapa / Felgueiras – M. de Basto (Srª da Graça) / 155.2 km
12 de Agosto domingo: 10ª Etapa (CRI) / Fafe – Fafe / 17.3 Km
Prólogo: Setúbal (CR individual) (1,8 Km)

A Volta a Portugal, começa com um prólogo de 1800 metros em Setubal. Será um percurso totalmente plano que separa a zona ribeirinha do Largo José Afonso onde será a partida e a Av. Luisa Todi onde se encontrará a chegada.
1ª Etapa: Alcácer do Sal » Albufeira (191,8 Km)
2ª Etapa: Beja » Portalegre (195,3 Km)
A partida da 1ª etapa será em Alcácer do Sal, numa etapa que recupera após longa ausência, o litoral alentejano e o Algarve para a “Volta”. Os 191,8 Km marcados pelas travessias das Serras de Grândola e do Cercal serão percorridos, como acontece habitualmente no primeiro dia das grandes provas por etapas, com a típica tensão decorrente do processo de avaliação mútua entre os protagonistas a que se junta a irreverência daqueles que não sendo potenciais candidatos querem aproveitar já as oportunidades. Apesar de tudo, no final, na Av. dos Descobrimentos, em Albufeira, o mais provável será um final em massa.

A ligação das capitais de distrito do Baixo e do Alto Alentejo é famosa, apesar de já não se realizar há 20 anos. Com 195,3 Km, será a maior etapa da “Volta” e tem, apesar da ausência de montanhas, duros desafios pela frente. Porventura o calor, o vento, e eventuais fugas difíceis de controlar, a que se junta a grande extensão da etapa e um final que não sendo pontuável para a classificação da montanha vai provocar certamente o fraccionamento do pelotão.
3ª Etapa: Sertã » Oliveira do Hospital (175,9 Km)
A denominada “Etapa Vida” que pretende simbolicamente emprestar o colorido da “caravana” à região mais dramaticamente afetada com os incêndios de 2017, desempenha do ponto de vista desportivo o papel de transição entre os dias orograficamente
mais fáceis e o primeiro dia de alta montanha com chegada à Serra da Estrela. Recheada de prémios de montanha de 3ª e 4ª categoria será a travessia da Serra da Lousã, de 2ª Categoria, a endurecer definitivamente o perfil altimétrico dos 175,9 Km da “Etapa
Vida”. A chegada a Oliveira do Hospital poderá revelar surpresas. De entre elas, talvez o atraso de algum dos potenciais candidatos.
4ª Etapa: Guarda » Covilhã (P. da Saúde) (171,4 Km)

Depois de dois anos consecutivos a receber o final da etapa “Rainha”, a cidade da Guarda apadrinha o regresso à Serra da Estrela. Com 171,4 Km onde se inserem os únicos Prémios de Montanha de Categoria Especial da “Volta”- Torre e Penhas dSaúde, separados apenas pelo Vale Glaciar e a cidade da Covilhã. Esta etapa tem tudo para proporcionar uma magnífica jornada de ciclismo. Desportivamente, só os melhores vão chegar na frente!
5ª Etapa: Sabugal » Viseu (190 Km)
Na partida do Sabugal haverá dois factos perfeitamente constatáveis. Um pelotão fatigado, a precisar do dia de descanso em Viseu e uma classificação geral individual com claros indicadores de quem poderá, ou não, estar na corrida para a vitória individual e colectiva na 80ª Volta a Portugal Santander. Apesar da fadiga, e a juntar aos habituais animadores das fugas, mais ou menos consentidas, teremos os inconformados com a derrota da véspera que certamente vão proporcionar uma rápida viagem até Viseu, com a Avenida da Europa a encerrar a primeira parte da Volta.
6ª Etapa: Sernancelhe » Boticas (165,4 Km)
Estreia absoluta na Volta a Portugal, Sernancelhe será o palco de partida de uma etapa que tendo somente 165,4 Km poderá, até por ocorrer a seguir ao dia de descanso, provocar uma reviravolta na classificação. Num percurso lindíssimo onde sobressai
a travessia da região demarcada do Douro será já no concelho de Boticas, em plena Terras de Barroso, a pouco mais de 16 Km da meta, que o Prémio de Montanha de 1ª categoria na, até agora desconhecida, aldeia de Torneiros, proporcionará uma das mais interessantes “batalhas” desta Volta. Boticas também uma estreia, em termos de finais de etapa, assume-se como um dos dias mais importantes da Volta.
7ª Etapa: Montalegre » Viana do Castelo (165,5 Km)
Apesar da despedida de Trás-os-Montes se registar a mais de 1000 metros de altura, em Montalegre, e o final no Minho, no magnífico Santuário de Santa Luzia, em Viana do Castelo a pouco mais de 200 metros, nem por isso, os 165,5 Km de uma das mais belas etapas desta edição deixam de ser desafiantes. Com o cenário da albufeira do Alto Rabagão nos primeiros quilómetros, a convidar a altas velocidades será a partir da albufeira da Caniçada, em pleno Gerês, que as dificuldades se acentuam. Neste particular importa referir que coincidindo com a chegada surgirá um Prémio de Montanha de 3ª Categoria. Tal facto irá exigir redobrada atenção e obviamente exigência física aos principais candidatos.
8ª Etapa: Barcelos » Braga (147,6 Km)
O regresso de Barcelos vinca definitivamente a forte presença do Minho nesta edição da Volta. Apesar dos primeiros 50 quilómetros ondularem junto ao rio Lima nem por isso a mais curta etapa da Volta, com apenas 147,6 Km, será a mais fácil. Os santuários do Bom Jesus e Sameiro com duas passagens na parte final da etapa serão uma dura “provação” que nem todos conseguirão ultrapassar.
9ª Etapa: Felgueiras » Mondim de Basto (Sr.ª da Graça) (155,2 KM)

A última etapa em linha da 80ª Volta a Portugal, será uma das mais emocionantes da prova, pois os ciclistas terão de enfrentar, já no concelho de Mondim de Basto, três Prémios de Montanha de 1ª categoria finalizados no Monte Farinha aos 155,2 Km. Julgamos elevar desta forma a importância desta etapa ao legítimo nível que a passagem dos 40 anos
sobre a primeira chegada à Sr.ª da Graça, em 1978, merece. Acredito, apesar da enorme expectativa que este dia levanta, que poderemos, ainda reservar a decisão final para o contrarrelógio de Fafe.
10ª Etapa: Fafe (CR individual) (17,3 Km)
Continentais Profissionais
Bélgica: WB Aqua Protect Veranclassic
Continentais:
Portugal: Louletano Aviludo, Efapel, LA Alumínios, Liberty, Miranda, Rádio Popular Boavista, Sporting Tavira e W52 F.C.Porto
2017 - Raul Alarcon
2016 - Rui Vinhas
2015 - Gustavo Veloso
2014 - Gustavo Veloso
2013 - Alejandro Marque
2012 - David Blanco
2011 - Ricardo Mestre
2010 - David Blanco
Lista de Inscritos:
A “Sala de Visitas do Minho” há muito que merecia esta distinção. O final da 80ª Volta a Portugal Santander tem um contra-relógio individual com 17,3 Km mas com elevado grau de exigência. Abraçando algumas das freguesias mais representativas do concelho, este circuito fafense tem todas as condições para levar ao rubro a discussão pela vitória na Volta. Quase sem zonas planas será no empenho técnico das descidas e nas esforçadas subidas que os candidatos “sobreviventes” terão de se esgotar física e animicamente na busca da vitória com a certeza que depois de Fafe ninguém terá dúvidas sobre quem são os melhores da Volta.
EQUIPES PARTICIPANTES:
Continentais Profissionais
Bélgica: WB Aqua Protect Veranclassic
Espanha: Caja Rural e Euskadi-Murias
Israel: Israel Academia
Continentais:
Portugal: Louletano Aviludo, Efapel, LA Alumínios, Liberty, Miranda, Rádio Popular Boavista, Sporting Tavira e W52 F.C.Porto
Albânia: Amore & Vita
Austrália: St. George
Bélgica: Tarteletto
Equador: Equador
Luxemburgo: Differdange Losch
Noruega: Coop
Roménia: MSTina Focus
Desde há uns anos para cá, a vitória na "Grandissima" é discutida entre as principais equipes portuguesas, mas por ciclistas espanhóis. Mais, nas 17 edições da Volta deste século, apenas por 4 vezes um ciclista luso chegou ao final da prova de amarelo - Vitor Gamito (2000), Nuno Ribeiro (2003), Ricardo Mestre (2011) e Rui Vinhas (2016). Como a tradição ainda é o que era, a edição deste ano será mais uma vez discutida entre as equipas nacionais, sendo espanhóis os grandes favoritos à vitória final.
A W52-F.C.Porto, foi a grande dominadora da edição do ano passado, conseguindo chegar a Viseu com os dois primeiros colocados na classificação geral e com António Carvalho na sexta posição. Raul Alarcon, vencedor em 2017 é assim, o grande favorito à vitória deste ano. Sem Amaro Antunes (2º classificado o ano passado), mas com Gustavo Veloso, que já venceu a prova duas vezes, Ricardo Mestre e Rui Vinhas que também já saborearam o triunfo e António Carvalho, que pode ser a surpresa da prova, a equipe de Nuno Ribeiro, parte assim amanhã em Setubal, como a equipe a abater. Este ano a equipe de Nuno Ribeiro, decidiu não levar Samuel Caldeira, pelo que em principio, não entrará na discussão pelas chegadas rápidas
A grande oposição à equipe nortenha virá da Sporting-Tavira. No seu segundo ano no pelotão nacional, a equipe de Vidal Fitas procurará apagar a má imagem deixada na prova o ano passado e para isso conta com um lote de ciclistas de excelente qualidade. Rinaldo Nocentini, procurará aos 40 anos fechar com chave de ouro uma carreira recheada de sucessos, mas serão Joni Brandão e Alejandre Marque as grandes referências da equipe de Alvalade na luta pela geral.
A Efapel, mantém as apostas do último ano, Henrique Casimiro e Sérgio Paulinho. Esperava-se a presença de David Arroyo no apoio aos dois portugueses, mas o veterano espanhol, não marcará presença em Setúbal. Jesus del Pino, será a incógnita da equipe, o recente vencedor do Grande prémio das Beiras, é um ciclista completo que pode assumir a liderança da equipe caso um dos dois portugueses falhe. Daniel Mestre, um dos ciclistas mais completos do pelotão luso, será a aposta para as chegadas em massa, não descurando o Top 10 final.
Outro dos grandes favoritos à vitória final é Vicente Garcia de Matteos. Para isso,espera que a sua equipe Aviludo Louletano,esteja na máxima força quando as etapas decisivas aparecerem. Luis Mendonça que está a fazer uma excelente época com vitória na Volta ao Alentejo, Marcio Barbosa, um excelente trepador que regressou este ano ao pelotão nacional após castigo e David de la Fuente que aos 37 anos ainda continua a ser um dos mais respeitados ciclistas do pelotão nacional, serão o principal apoio do completo ciclista espanhol que espera lutar pelo pódio na presente edição da "Grandissima".
Já o Boavista Radio Popular, não conseguiu inscrever a sua grande aposta para a luta pela geral, Yuri Trofimov, Top 10 no Giro e na Vuelta. Assim, João Benta, sétimo classificado no ano passado e Daniel Silva, continuarão a ser a grande aposta para a Geral com Domingos Gonçalves, recente campeão nacional de estrada e contra-relógio a ser a grande referência da equipe na luta pelas etapas e Oscar Pelegri o homem das chegadas rápidas.
A Efapel, mantém as apostas do último ano, Henrique Casimiro e Sérgio Paulinho. Esperava-se a presença de David Arroyo no apoio aos dois portugueses, mas o veterano espanhol, não marcará presença em Setúbal. Jesus del Pino, será a incógnita da equipe, o recente vencedor do Grande prémio das Beiras, é um ciclista completo que pode assumir a liderança da equipe caso um dos dois portugueses falhe. Daniel Mestre, um dos ciclistas mais completos do pelotão luso, será a aposta para as chegadas em massa, não descurando o Top 10 final.
Outro dos grandes favoritos à vitória final é Vicente Garcia de Matteos. Para isso,espera que a sua equipe Aviludo Louletano,esteja na máxima força quando as etapas decisivas aparecerem. Luis Mendonça que está a fazer uma excelente época com vitória na Volta ao Alentejo, Marcio Barbosa, um excelente trepador que regressou este ano ao pelotão nacional após castigo e David de la Fuente que aos 37 anos ainda continua a ser um dos mais respeitados ciclistas do pelotão nacional, serão o principal apoio do completo ciclista espanhol que espera lutar pelo pódio na presente edição da "Grandissima".
Já o Boavista Radio Popular, não conseguiu inscrever a sua grande aposta para a luta pela geral, Yuri Trofimov, Top 10 no Giro e na Vuelta. Assim, João Benta, sétimo classificado no ano passado e Daniel Silva, continuarão a ser a grande aposta para a Geral com Domingos Gonçalves, recente campeão nacional de estrada e contra-relógio a ser a grande referência da equipe na luta pelas etapas e Oscar Pelegri o homem das chegadas rápidas.
A Vito-Feirense, tem Edgar Pinto, recente vencedor da Volta à Comunidad de Madrid e Hugo Sancho (11º em 2017), como as suas opções para o Top 10 da Volta. A grande revelação da prova, pode ser o jovem espanhol de 21 anos Xuban Errazkin, que este ano brilhou em Madrid depois de já ter dado nas vistas no GP das Beiras. João Matias, será o homem dos sprints e devido á falta de grandes especialistas neste tipo de chegada, não será surpresa se conseguir vencer uma etapa.
António Barbio (Miranda-Mortágua) e Felix Mansilhas (LA Aluminios), serão os líderes de duas das equipes mais jovens da prova e que tudo farão para mostrar as camisolas dos seus patrocinadores. Não será de estranhar, ver estes dois excelentes jovens ciclistas muitas vezes em fugas. Barbio, que no ano passado venceu no alto da Sra. da Assunção, tentará lutar pelo Top 10, veremos se o conseguirá pois não terá grande apoio da equipe nas etapas de montanha.
Quanto às equipes estrangeiras, a Caja-Rural regressa após um ano de ausência e terá nos portugueses Joaquim Silva e Rafael Reis e em Antonio Molina, os seus homens para a geral. Cyril Barthe será a principal referência de uma muita jovem equipe da Euskadi e Byron Guama comandará o Team Equador, uma equipe de jovens talentos apoiada pela Movistar. Eliot Lietaer e Ludovic Robeet da WB Aqua Protect e Awet Gebremedhin e Ben Perry da Israel Cycling serão os cabeças de cartaz das outras duas equipes continentais profissionais. Mirko Trosino e Colin Stussi (Amore e Vita), Krister Hagen (Team Coop) e Olivier Pardini (Team Differdange Losh), também chegam bem referenciados e devem ser levados em atenção.




Raul Alarcon



Gustavo Veloso, Jony Brandão, Vicente de Matteos


Rinaldo Nocentini, Alejandro Marque, Henrique Casimiro, António Carvalho

João Benta, Joaquim Silva, Daniel Silva, Ricardo Mestre, Edgar Pinto
Sérgio Paulinho, Rafael Reis, César Fonte, Jesus del Pino, Luis Mendonça




Raul Alarcon


Gustavo Veloso, Jony Brandão, Vicente de Matteos

Rinaldo Nocentini, Alejandro Marque, Henrique Casimiro, António Carvalho
João Benta, Joaquim Silva, Daniel Silva, Ricardo Mestre, Edgar Pinto
Sérgio Paulinho, Rafael Reis, César Fonte, Jesus del Pino, Luis Mendonça
Últimos vencedores da prova:
2017 - Raul Alarcon
2016 - Rui Vinhas
2015 - Gustavo Veloso
2014 - Gustavo Veloso
2013 - Alejandro Marque
2012 - David Blanco
2011 - Ricardo Mestre
2010 - David Blanco
Lista de Inscritos:








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